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Postado em Uncategorized em Maio 28, 2009 por escolafocusFOTOGRAFIA E TEORIA DA INFORMAÇÃO
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Por Enio Leite
Focus Escola de Fotografia
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Fonte: Artigo integral publicado na revista Photo & Camera, Ano 2, n. 09, agosto de 2000, páginas, 83-90.

FOCUS ESCOLA DE FOTOGRAFIA CURSOS DE FOTOGRAFIA DIGITAL CURSOS DE FOTOGRAFIA A DISTANCIA. ENSINO PROFISSIONALIZANTE DESDE 1975
Há uma ciência, denominada TEORIA DA INFORMAÇÃO, que estuda e prevê por fórmulas matemáticas e métodos estatísticos, o conteúdo da mensagem fotográfica na comunicação, e a sua devida repercussão dentro das mídias imprensa ou eletrônica.
Na formação, ou elaboração, da mensagem há três conceitos que coexistem e moldam-na, para oferecer a possibilidade de compreensão do receptor.
O primeiro conceito é a INFORMAÇÃO, determinada pelo grau de improviso, pela novidade. Por exemplo: uma pessoa está numa fila, a espera do ônibus, de repente escorrega e cai. O escorregão e o tombo são informação, pois o fato é inesperado. Portanto, a Teoria da Informação coloca em primeiro plano a IDÉIA DE NOVIDADE, como valor central objetivo, pois esta pode ser medida matematicamente. E, assim substitui a noção de “beleza transcendente” que é muito difícil de ser utilizada na prática, visto que se fundamenta em subjetivismo.
Às vezes, na mesma mensagem há REDUNDÂNCIA. No sentido atribuído ao termo, quer dizer, repetição. É o oposto da informação, que se apresenta na mensagem de várias maneiras. Uma mensagem redundante pode ser desnecessária.
Como o valor é quantitativo, uma mensagem 100 % redundante é banal, dispensável, pois não traz nenhuma novidade a quem a interpreta, além de reduzir o próprio índice de informação. Entretanto, a redundância ainda pode ser:
A) Redundância de Objeto – quando o elemento fotografado é o mesmo em várias situações.
B) Redundância de Sentido – quando os elementos são diversos (vários objetos), mas, o sentido é o mesmo.
C) Redundância de objeto-sentido – quando o objeto e o sentido são os mesmos, isto é, temos uma repetição como se fosse um xerox.
O ultimo conceito dentro da mensagem é do RUÍDO. É tudo que não pertence a um contexto mas é inesperado. Em outras palavras, é o que causa interferência na transmissão da idéia ou o que atrapalha a comunicação. Por exemplo: na fotografia, é quase comum a imagem aparecer com ruído, pixelada, desfocada, tremida ou mesmo sem definição (imprudência na captura ou manipulação da imagem) o que atrapalhará quem a observar.
Portanto, ruído pode ser definido como qualquer interferência externa, fora do contexto da mensagem. Entretanto, o próprio ruído pode ser utilizado como aumento da informação. O próprio fotógrafo pode, propositadamente apresentar imagem tremida, desfocada, com ruído, mal tratada, com balanço de branco incorreto para causar estranheza ao leitor e aprimorar a sua mensagem. Ou também, fotos de menores ou pessoas nuas publicadas em jornal com a tradicional tarja preta.
TIPOS DE FOTOGRAFIA
De maneira breve, podemos classificar a fotografia em dois tipos, segundo as circunstancia em que ela se inscreve:
Primeiro, no caso de se apresentar isolada, ou seja, mesmo estando em grande número, ela possui características autônomas, (mensagens autônomas) que se diferenciam.
Segundo: São as denominadas de sintaxe. Nestas, há um conjunto de fotos relacionadas entre si, numa seqüência disposta ordenadamente, como é o caso corrente das revistas ilustradas, ou fotonovelas.
As fotos em formas de sintaxe (seqüência) podem ser definidas de duas maneiras:
1) Cronológica, quando se acompanha movimento por movimento para se reduzir o fato;
2) E, lógica, quando não é preciso um acompanhamento rígido de todos os detalhes, para deduzir o fato. Os pormenores são sugeridos pela ausência. Porém, tanto as fotos isoladas como a sintaxe compõe-se de outros critérios diferenciados. Estas podem ser concebidas de três maneiras:
FOTO POSE – Há preparação, isto é, ela é preconcebida para determinado fim, e seu objetivo é demarcado, tem consciência do que se pretende mostrar. O exemplo comum que pode ser identificado, freqüentemente, na imprensa, são as fotografias de políticos cumprimentando populares, ou crianças, e fotografias de moda, publicadas em revistas femininas.
FOTOS OBJETO – Podem ser apresentadas de duas formas, quando se fotografa um elemento (objeto), ou quando alguém representa um objeto. No primeiro caso, é simplesmente objeto sem si, e sua significação.
Já no segundo, alguém se torna personagem, pois é retratado na forma do objeto, ora substituindo o conteúdo numa ligação de significados sugeridos. O exemplo clássico é a tradicional foto do rapaz da “casas Bahia”, ou o próprio “baixinho” da Kaiser. Fica clara, associação de significados. A presença da pessoa, automaticamente nos remete ao produto ou situação específica.
FOTOS CHOQUE – Na essência são fotos “realísticas”, ou hiper-realistas, no sentido de dar a noção exata do fato, e do instante em que o fotógrafo a colheu. São flagrantes de acontecimentos. O que, por outro lado, não descarta do fotógrafo um rápido estudo dos melhores ângulos ou momentos mais propícios para registrá-la. Isto depende do seu senso de oportunidade. O exemplo, também clássico, da foto-choque, foram àquelas tiradas das Rebeliões da Febem, atentados promovidos pelo PCC em São Paulo ou ainda as imagens de atentados terroristas. Entretanto, há casos de manipulação “em loco” ou posterior na redação, que podem converter fotos pose em foto-choque, apesar de este procedimento ser condenado pela ética do jornalismo internacional. E ser muito utilizado pela imprensa sensacionalista onde a principal ferramenta é o Adobe Photoshop.
19 DE AGOSTO – DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA
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Por Enio Leite – Focus Escola de Fotografia
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Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo processo desenvolvido por Louis Jacques Daguerre. O físico apresentava e doava ao mundo o daguerreótipo.
Naquele momento o ato parecia uma mágica. Uma caixa escura, ferramenta capaz de captar e fixar numa superfície o mundo “real”.
Dizem as lendas que em seguida à cerimônia várias pessoas saíram as ruas em busca de uma máquina de fazer daguerreótipos e essa vontade de produzir imagens nunca mais cessou.
Daguerre não perdeu tempo. Antes de doar seu invento a França já havia patenteado o mesmo nas Ilhas Britânicas, Estados Unidos e nos quatro cantos do mundo.
“De hoje em diante, a pintura está morta” declarava o pintor Paul Delaroche. Nos círculos mais conservadores e nos meios religiosos da sociedade, “a invenção foi chamada de blasfêmia, e Daguerre era condecorado com o título de “Idiota dos Idiotas””.O pintor Ingres, ainda que utilizasse os daguerreótipos de Nadar para executar seus retratos, menosprezava a fotografia, como sendo apenas um produto industrial, e confidenciava: “a fotografia é melhor do que o desenho, mas não é preciso dizê-lo”.
Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa, negava publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando que “a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados”, e, sarcasticamente, celebrava a fotografia “como uma arte absoluta, um Deus vingativo que realiza o desejo do povo. e Daguerre foi seu Messias. Uma loucura, um fanatismo se apoderou destes novos adoradores do sol”.Com estas declarações, Baudelaire refletia o impacto causado pela fotografia na intelectualidade européia da época”.
Um artigo publicado no jornal alemão Leipziger Stadtanzeiger, ainda na última semana de agosto de 1839, ajuda a compreender melhor este confronto:”Deus criou o homem à sua imagem e a máquina construída pelo homem não pode fixar a imagem de Deus. É impossível que Deus tenha abandonado seus princípios e permitido a um francês dar ao mundo uma invenção do Diabo”.(Leipziger Stadtanzeiger ,26.08.1839, p.1) A nova concepção da realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu.
Como entender que a fotografia viesse para ficar, a não ser em substituição das tradicionais formas de representação? Já se havia gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte, mas preliminarmente, ainda não se perguntara se esta descoberta não transformava a natureza geral da arte e da cultura.
A nova invenção teve importância mais filosófica do que científica. Nasceu dentro do germe da sociedade industrial e a partir desta data o mundo nunca mais seria o mesmo.
Prof. Enio Leite
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FOTOGRAFIA E DISCURSO VISUAL
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A Câmera Escura renascentista, reproduzia a concepção do logocentrismo ocidental, que substituía Deus pelo olho-objeto. A teoria cartesiana, dessa forma, pressupunha um tipo de imagem fria, mecânica e totalmente determinada pelo seu método.Seu idealizador, René Descartes (1596-1650) acreditava na correspondência absoluta entre cada ponto no espaço esua respectiva representação tanto na mente quanto no plano. Nesse contexto, a verdade estava na adequação do pensamento do sujeito ao objeto pensado.
O modelo, portanto, era o da geometria analítica, com as projeções de pontos em dois eixos ortogonais. Inaugurava-se assim, uma concepção binária da representação, essencial para a concepção científica das imagens. O próprio conceito mercantilista já trazia consigo o embrião matemático, analítico, cuja continuidade em, nossos dias avança através dos processos digitais. Quanto mais imediata e evidente for a imagem, maior a sua correspondência binária, consequentemente maior seu teor de veracidade.
Com a adoção do discurso cartesiano, começam a ser instauradas as condições propícias para a concepção da imagem, exigindo menor participação das mãos do pintor e do desenhista, substituído lentamente pela presença das sucessivas conquistas da técnica fotográfica.
Essa nova metodologia, “perspectiva artificialis” agora incorporada nas novas representações visuais, refletia em todos os seus aspectos a ideologia do RenascimentoMercantilista. A pintura do século XV, caracterizada pelo seu aspecto global/sintético, durante o século XVIII se transformou em espaço contínuo até chegar ao século XIX, quando apresentou uma descontinuidade abrupta, fragmentária e analítica. A pintura passa a se utilizar dos fragmentos, após séculos de fragmentação cartesiana.
A fotografia, tal qual a conhecemos hoje é uma continuidade da Ideologia Renascentista, agora reciclada, adaptada e incorporada à nova Ordem da Sociedade Industrial. Ela nada mais é do que a visualização desse novo discurso: racional, claro, tecnicamente perfeito e instantâneo. Ao invés de ser um “retorno renascentista”, a fotografia é, em síntese, a retomada a nova racionalidade da emergente burguesia industrial, a partir de meados do século XIX.
Portanto, os discursos ou sistemas simbólicos laborados pelos homens para representar o mundo, são sempre ideológicos, pois, longe de constituírem entidades autônomas transparentes, são, em última instância, determinados pelas próprias contradições inerentes à vida social.
De fato, à medida em que uma civilização ingressa no Processo de Acumulação de Capital, tanto em variedade, como em riqueza, os níveis de trabalho, os atos e os interesses de que compõe a vida da sociedade, se dividem entre diferentes grupos de homens: nem o estado de espírito, nem a direção de cada atividade são os mesmos para o sacerdote, para o soldado, para a personalidade política, ou ainda para o homem do campo.
Mesmo que tenham herdado o mesmo idioma, as imagens passam entre eles a incorporar significados distintos, que se fixam, e acabam por serem aderidas pelos mesmos.
O significado do discurso fotográfico é definido por um conjunto de noções oriundas de cada segmento social e as associações dessas imagens estarão diferenciadas em função da maneira que cada grupo a emprega ou atribui o seu valor.
A evolução da linguagem fotográfica está, na realidade, em estreita dependência do seu contexto histórico. Temos, assim, uma relação evidente entre a evolução da linguagem e as condições sociais em que a fotografia, enquanto meio de expressão evolui. O próprio desenvolvimento da sociedade conduz a linguagem por um caminho determinado. Portanto, a história das imagens é reflexo direto da história das civilizações.

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A cultura é um sistema dinâmico cuja evolução se justifica pelo seu específico contexto histórico; de forma nenhuma pode ser preservada em museus, ou em meios sociais isolados, sob pena de tornar-se arcaica e extinguir-se. A cultura, como a própria língua e outras manifestações visuais, necessitam de mobilidade, para estar em contato com outras classes, com outros povos, mais ou menos desenvolvidos, para reciclar seus padrões e valores, onde cada indivíduo e a sociedade como um todo conheçam novas maneiras de discursar a sua autonomia com originalidade dentro da sua natureza específica. Em síntese, não importa a origem dos novos padrões e sistemas de valores porque, uma vez transplantados, suas raízes originais logo desaparecem e novos valores e atribuições culturais surgem da miscigenação com outras etnias.
O que realmente importa é como estes novos discursos vão ser aproveitados e incorporados na sociedade que os recebe. Por fim, não se pretende reduzir a questão da linguagem a um mero fenômeno ideológico. Trata-se antes de uma interação ideológica com os anseios e utopias de todos os segmentos, de dentro e de fora da sociedade, em determinado momento histórico.
A fotografia, antes de mais nada é um documento. Sua linguagem se resume no discurso, na narrativa visual. Seu único propósito é a mensagem, contida na própria imagem ou no simples recado que o fotografo quis transmitir. A fotografia fala por sí mesma…
E que para tudo isso possa acontecer vamos depender da sensibilidade do seu autor, da sua persistência, do seu olhar, conhecimento técnico, padrão cultural e principalmente do seu trabalho criativo e intelectual.

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CÂMERA PINHOLE
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A camera pinhole é uma máquina fotográfica sem lente. A designação tem por base o inglês, pin-hole,”buraco de alfinete” e é usada para referir a fotografia estenopeica.
Este tipo de fotografia é uma prática econômica e simples pois utiliza uma qualquer caixa em que a luz não penetre. A existência de um pequeno furo, estenopo do grego stenopo e que em português permite designar este tipo de fotografia por Fotografia Estenopeica. A projeção de imagens por este método é uma lei física, e já é conhecida pelo homem desde a Antigüidade. Antes do advento da fotografia em 1839, as projeções pinhole eram instrumento científico de visualização de eclipses e no estudo das estrelas; nas artes, as imagens pinhole serviam de molde para os pintores paisagistas.
A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da camera, e sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao orifício ao contrario.
Para produzir uma imagem razoavelmente nítida, a abertura tem que ser um furo pequeno na ordem de 0,02 polegadas (0,5 mm) ou menos. O obturador da câmera pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz para cobrir e descobrir o furo. As câmeras pinhole requerem um tempo maior de exposição do que as câmeras convencionais devido à pequena abertura; os tempos de exposição vão de 5 segundos a até algumas horas, dependendo das condições de iluminação do local.

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A imagem pode ser projetada em uma tela translúcida para visualização em tempo-real (popularmente utilizadas para ver o eclipse solar), ou pode expor filme ou um dispositivo de carga acoplado (CCD) ou CMOS. As câmeras pinhole com CCDs são algumas vezes utilizadas em serviço de vigilância devido a seu tamanho pequeno.
A princípio, qualquer espaço protegido da luz pode servir como câmara escura: de latas e caixas das mais distintas proporções até espaços menos convencionais, mas com entrada de luz que possa ser controlada, como um refrigerador, um baú, um armário, uma sala, ou um automóvel. Em cada caso existe um tamanho de furo apropriado para que a projeção se dê de forma nítida, pois é por este princípio que a projeção, e por conseqüência a fotografia pinhole, são possíveis. Este furo pode ser determinado através de uma fórmula matemática relacionada às dimensões do recipiente escolhido. O recipiente furado passa então a ser uma câmara escura, com a qual podemos produzir fotografias ao colocar filme ou papel fotográfico ou ainda um CCD no seu interior.
Um furo bem calculado e devidamente executado, garante às imagens uma nitidez indiscutível, que caracteriza as imagens pinhole. O furo é sempre minúsculo se comparado à dimensão da câmara escura; como conseqüência, requer de tempos DE EXPOSIÇÃO relativamente longos, se comparados ao click da câmara fotográfica. As imagens, também, sofrerão distorções se o recipiente onde o papel fotográfico é colocado não possuir paredes planas (pode ser cilíndrico, como é o caso de muitas latas).
A Focus Escola de Fotografia, utiliza como câmaras latas de panettone e de leite em pó metálicas, que são forradas de preto e furadas. O furo é feito em uma folha de alumínio com um alfinete, e esta folha é fixada com fita isolante a um furo maior feito na lata com prego e martelo. No interior da lata é colocado papel fotográfico preto-e-branco: 18×24cm nas latas de panettone e 9×14 cm nas latas de leite em pó. Com este tipo de câmara, e utilizando papel, o tempo necessário para fotografias feitas de assuntos ao ar livre, sob a luz do sol, varia entre 30 segundos a poucos minutos, dependendo da intensidade luminosa. Para situações pouca luz (iluminação artificial, fotos noturnas e fotos internas) os tempos se estendem por horas. As imagens obtidas são reveladas normalmente (processo de revelação de papel fotográfico preto-e-branco), e a partir deste negativo são feitas as cópias diretas positivas.
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APRENDENDO FOTOGRAFIA DIGITAL
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Designa-se por fotografia digital a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telefone celular, resultando num arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou CD-ROMs. Dispensa, assim, o processo de revelação. A visualização da imagem pode ser feita no ato, através dos recursos da câmera digital (normalmente, uma tela de LCD), e a manipulação da imagem pode ser feita em um computador, usando-se softwares editores de imagem como o Photoshop, GIMP, entre outros.
Ajuste do EV
O EV é o controle de entrada de luz, onde pode ser:positivo: o EV positivo é quando entra mais luz do que o padrão. Aumentar o EV é útil para bater fotos em locais com pouca luz, onde será preciso uma captura maior da luz refletida.
Geralmente as câmeras digitais automáticas permitem aumentar o EV até +2.0
negativo: o EV negativo é quando entra menos luz do que o padrão. Diminuir o EV é útil para bater fotos que precise captura menos luz, como por exemplo, em fotos contra-luz.
Geralmente as câmeras digitais automáticas permitem diminuir o EV até -2.0
É bom lembrar que câmeras automáticas são as câmeras apropriadas para pessoas que não tem grande conhecimento em fotografias. Câmeras profissionais (manuais) são câmeras que precisa ter um abrangedor conhecimento na área de fotografias.
Dicas:
Aqui vão algumas dicas para conseguir alguns efeitos, melhorar a qualidade de suas fotos, melhorar o desempenho e aumentar o tempo de vida da câmera.
Antes de bater uma foto
Para evitar transtornos, má qualidade da foto, perda de cena e etc. Existe uma precaução rápida, que podemos chamar de check up. Seria como uma revisão na câmera para confirmar que ela funcionará bem. Então quando for colocar a câmera em ação, siga os seguintes passos:
1.Se não for bater uma foto em modo macro, verifique se o modo macro está ativado. Se estiver ativado, isso pode fazer com que a foto saia escura, embaçada, tremida e etc. 2.Verifique o zoom, se o zoom estiver muito aproximado, isso fará com que a foto focalize
uma visão menos ampla. Caso fosse necessário fotografar grande parte do ambiente, a foto seria prejudicada. 3.Verifique a bateria antes de sair de casa para não ter que correr desesperadamente atrás de uma loja.
4.Verifique se a lente está limpa (leia a dica sobre limpeza).
5.Verifique o EV. Caso ele esteja elevado demais a sua foto pode sair muito brilhosa, e
caso ele esteja muito baixo, sua foto pode sair escura demais.
6.Caso você for precisar do flash, verifique se ele está ligado.
7.Prenda a cinta de segurança no seu pulso. Isso evita quedas e roubos.
8.Posicione-se e, capture a imagem.

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Economia de bateria
Essa dica parece não ser muito útil, mas para quem precisar bater várias fotos sem trocar a bateria será útil demais. Primeiramente você tem que saber o que quer fotografar. Então vamos numerar os passos:
1.Antes de ligar a câmera, olhe bem para seu alvo e imagina várias posições que dariam uma bela fotografia
2.Ao ligar a câmera, vá nos pontos que imaginou, focalize e fotografe.
3.Para visualizar a fotografia, é mais econômico que visualize-a após bater a foto. A câmera mostra ela rapidamente para ver como ficou e volta para o modo de bater foto.
4.Após bater todas as fotografias desejadas, bote a câmera no modo de visualizar e veja as fotos
5.Após fotografar o que desejava, desligue a câmera caso o próximo alvo esteja distante.
É bom lembrar que o zoom óptico exige uma carga elevada, então procure usar o zoom óptico somente quando necessário. Evite também ficar procurando funções no menu, leia bem o manual antes de usar para evitar isto.
Foco Rápido
Caso sua câmera precise focalizar antes de fotografar, para pegar algo em movimento sem usar um modo desportivo, você precisa focalizar um local que passaria o possível foco(carro, pessoa, pássaro e etc). Quando o foco passar disparar a câmera para fotografar.
Existe a possibilidade de aparecer vulto na foto.
Fotos contra-luz
Se sua câmera não tem o modo contra-luz, você pode configurar sua câmera para melhorar fotos batidas contra a luz. Primeiramente vá ao menu e tente configurar o “balanço de brancos” para “externo” ou então “luz solar”. Ajuste o EV para o mínimo. Desligue o flash e procure não se aproximar muito do foco (objeto, pessoas e etc). Agora está pronto para bater a foto.
Fotografia Noturna
Se sua câmera não tem o modo noturno para auxiliar fotografias batidas de noite, você pode configurar sua câmera para melhorar o desempenho dela em locais com pouca luz.

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Primeiramente ajuste o EV dela, aumentando a entrada de luz. Evite aproximar-se muito do foco (objeto, pessoas e etc) e também não se afaste muito, dois metros de distância seria ideal. Procure evitar tremer a câmera. No menu de sua câmera, tente configurar o “balanço de brancos” para a luz local, seja ela incandescente ou fluorescente. Agora está pronto para bater a foto.
Macro um pouco mais perto
Para quem já experimentou bastante a função macro e que tenha uma câmera que tem foco automático, já percebeu que ao aproximar demais a câmera, quando ela focaliza, ela chega a deixa a imagem nítida e depois embaça de novo, isso acontece por causa do sensor calcular a entrada de luz e não o embaçamento em si. Para poder tirar uma foto de macro um pouco mais de perto, focalize ela até uma distância que a máquina consiga deixa a foto nítida, após isso, aproxime levemente a câmera, até uma distância mais favorável, e com cuidado para não tremer a câmera, bata a foto.
Fotografia macro:
Câmera Sony F-828Alguns modelos de máquina fotográfica digital possuem uma lente que permite fotos de quatro cm, três cm ou até menos distancia do objeto. Esse tipo de fotografia captura os mínimos detalhes dos objetos, detalhes até que não podem ser vistos a olho nu. Fotos de macro são utilizadas geralmente para obter fotos de insetos, pequenas peças, olhos (de perto), flores e etc.
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É bom enfatizar que, no modo macro, o zoom é extremamente limitado. Estou pondo está informação aqui para evitar que usuários não experientes pensem que sua máquina esteja ruim por não conseguir focalizar no modo macro com o zoom aumentado. É aconselhável que não se use o zoom quando estiver tirando fotos no modo macro.
Limpeza da câmera
As câmeras para terem uma boa durabilidade necessitam de limpezas freqüentes e de forma correta. Vamos mencionar como limpar as 3 partes da câmera:
Lente Objetiva: Para limpar a lente da câmera é aconselhável que se use uma flanela para limpar lente de óculos, pode-se comprar em qualquer ótica. Quando for limpar a lente faça movimento em espiral, nunca de um lado para o outro. ATENÇÃO: Muito cuidado ao limpar lentes, pois pode haver areia e outros artifícios nas mesmas, e ao atritá-los na lente com uma flanela, pode acabar provocando arranhões e danificando-as irreverssivelmente. Antes de efetuar sua primeira limpeza de lentes, procure se informar sobre KITs de limpeza, bem como sobre a forma de utilizá-los. Esses Kits incluem líquidos apropriados e até mesmo bombinhas de ar pressurizado para eliminar elementos que possam riscar as lentes na hora de limpá-las.
Display LCD: Para limpar o display use uma flanela de tirar pó. Limpe também e espiral.
Corpo: para limpar o corpo da câmera, use uma flanela de tirar pó também, firme a câmera em local que se evite uma queda que possa danificar a máquina.
Essas limpezas devem ser feitas de 1 em 1 mês para melhor desempenho da câmera. E ‘’’nunca use produtos de limpeza’’’, pois estes podem danificar o aparelho.
Existe kits próprios para limpeza de câmeras, porém difíceis de se encontrar no Brasil.
Obturador:
Obturador é a peça da máquina que se abre para entrar luz no sensor e captar a imagem. O obturador pode ficar aberto de 60 segundos até 1/5000 segundos. Isso depende da câmera, ou então de como a câmera foi configurada. Para fotos em movimentos o obturador fica aberto menos tempo, algumas frações de segundos, para evitar que apareça vulto na foto, ou então para evitar que a foto saia embaçada. Quando o obturador fica aberto mais tempo, ele capta mais movimentos, então qualquer movimento de leve já aparece um vulto na foto. Usa-se uma velocidade lenta do obturador para bater foto de paisagens, onde precisa captar bastantes detalhes por causa da longa distancia do fundo. Usa-se também uma velocidade muito lenta do obturador para bater foto de fogos de artifício, para poder captar toda a trajetória dos fogos, criando um rastro no céu, aumenta a beleza dos fogos.
Tipos de zoom
Uma máquina fotográfica digital pode ter dois tipos de zoom:
Zoom Ótico: É o zoom que aproxima a imagem através do uso de lentes que se posicionam automaticamente dentro do tubo de entrada de luz. O zoom ótico é o que tem mais qualidade por permitir que o sensor da câmera capture a luz que entra pela objetiva.
Zoom Digital: É o zoom que aumenta o tamanho da imagem, sem o uso de lentes. O zoom
digital é um software que multiplica a quantidade de pixels para ampliar uma imagem. Este efeito é chamado de interpolação. O zoom digital tem menos qualidade em comparação ao zoom óptico porque a medida que amplia a imagem ele multiplica a quantidade de pixels da mesma através de um programa e não pelo que é captado pelo sensor da câmera. É considerado mais um artifício do que um recurso, pois não traz nenhum benefício verdadeiro.
DIREITO DE AUTOR DIREITO AUTORAL
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DICA DE FOTOGRAFIA
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Direito autoral ou direitos de autor são as denominações usualmente utilizadas em referência ao rol de direitos outorgados aos autores de obras intelectuais (literárias,artísticas ou científicas). Neste rol encontram-se dispostos direitos de diferentes natureza. A doutrina jurídica clássica coube por dividir estes direitos entre os chamados “direitos morais de autor” (direitos da personalidade) e aqueles de cunho patrimonial.
Direitos autorais não são necessariamente o mesmo que copyright. O sistema anglo-saxão do copyright difere do de direito de autor. Os nomes respectivos já dão-nos conta da diferença: de um lado, tem-se um direito à cópia (copyright) ou direito de reprodução, do outro, um direito de autor; neste, o foco está na pessoa do direito (o autor); naquele, no objeto do direito (a obra) e na prerrogativa patrimonial de se poder copiar.
Deve se perceber as diferenças entre o direito autoral de origem romano-germânica, com base no sistema continental europeu do chamado Civil Law e o sistema anglo-americano do copyright baseado no Common Law, havendo por característica diferencial, o fato que o Direito Autoral tem por escopo fundamental a proteção do criador e ao contrário o Copyright protege a obra em si, ou seja o produto, dando ênfase a vertente econômica, a exploração patrimonial das obras através do direito de reprodução.

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No exercício do direito de reprodução, o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra, na forma, local e pelo tempo que desejar, a título oneroso ou gratuito.
Não é sem controvérsia que se pode definir este campo do saber jurídico como o ramo do Direito Civil destinado a regulamentar as relações jurídicas surgidas a partir da criação de obras literárias, artísticas ou científicas. Ramo, portanto, dogmaticamente colocado ao lado dos ramos do Direito da Personalidade, dos Direitos Reais, Direito das Obrigações, do Direito de Família e do Direito das Sucessões. Há quem defenda a possível autonomia científica do ramo do Direito de Autor com base na clara delimitação de seu campo de estudo (os direitos decorrentes das obras intelectuais), muito mais clara até mesmo do que a divisão entre o Direito Civil e o Direito Comercial, por exemplo. Todavia, para conquistar o status de ramo autônomo, um campo do saber jurídico deve possuir princípios gerais iferenciados dos demais ramos do Direito. Os doutrinadores que defendem a autonomia deste ramo, entretanto, deixaram de comprovar a existência deste conjunto de princípios que especializariam o direito de autor em relação ao direito civil.
Há controvérsia quanto à natureza jurídica dos direitos autorais. Para alguns, trata-se de autêntico direito de propriedade, enquanto para outros o traço distintivo dos direitos autorais é o seu componente de direito de personalidade. É comum a adoção de uma solução conciliatória, que adota ambas as concepções ao afirmar que os direitos autorais são de natureza híbrida. Esta estratégia inclusive veio a ser incorporada em diversos ordenamentos jurídicos distintos, de modo que por força de lei existe um núcleo de direitos morais, de todo inalienáveis, no qual se inserem direitos como os de paternidade e de integridade da obra, e um núcleo de direitos patrimoniais, abrigando direitos como os de controle sobre a reprodução, edição e tradução da obra.

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Segundo a opinião da doutrina altamente majoritária, o direito autoral é parte integrante do conceito de propriedade intelectual de natureza sui generis, visto que é eminentemente personalíssimo (na lei brasileira, salvo raras exceções, o autor deve ser pessoa física).
Porém, vozes dissonantes na doutrina entendem que associar os direitos autorais à idéia de propriedade visa tão-somente justificar o monopólio privado de distribuição de obras intelectuais. Alguns autores também afirmam que o conceito de Direito Autoral seria apenas uma ideologia fundamentadora de um monopólio privado; opinião essa já rechaçada entre a maior parte dos estudiosos da matéria.
Quanto à autonomia deste ramo do Direito deve-se dizer que ele é considerado ramo autônomo do Direito da Propriedade Intelectual, em função, principalmente, desta natureza dúplice, que engloba tanto aspectos morais quanto patrimoniais e que lhe imprime uma feição única, própria, que não permite seja ele enquadrado no âmbito dos direitos reais, nem nos da personalidade.
Reprodução é a cópia em um ou mais exemplares de uma obra literária, artística ou científica. Contrafação é a cópia não autorizada de uma obra, total ou parcial. Toda a reprodução é uma cópia, e cópia sem autorização do titular dos direitos autorais e ou detentor dos direitos de reprodução ou fora das estipulações legais constitui contrafação, um ato ilícito civil e criminal.
Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fluir e dispor da obra literária, artística ou científica, dependendo de autorização prévia e expressa do mesmo, para que a obra seja utilizada, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.
Segundo normas e recomendações internacionais aceitas pela maioria dos países, regra geral mas não única, a obra literária entra em domínio público setenta anos após o falecimento do autor.
No Brasil, atualmente essa matéria é regulada pela Lei n.º 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998. A lei brasileira abriga, sob a denominação direitos autorais, os direitos de autor propriamente ditos, bem como os direitos conexos. No caso do Brasil, os sucessores do autor da obra perdem os direitos autorais adquiridos com a morte do autor setenta anos após a morte desse, tal como indica o artigo 41 da Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Em Portugal, essa matéria é regulada pelo Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos e pelo Decretos-Lei seguintes desde que não contrariem o disposto neste Código permanecem em vigor tais como: Decreto-Lei n.º 63/85, de 14 de Março, com as alterações feitas pela Lei n.º 45/85, de 17 de Setembro, pela Lei n.º 114/91, de 3 de Setembro, pelo Decreto-Lei n.º 332/97, de 27 de Novembro, e pelo Decreto-Lei n.º 334/97, de 27 de Novembro.
SULCOS QUE DESVIAM O LEITOR DO CAMINHO CORRETO
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Por Enio Leite
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Pequenos sulcos ou riscos no CD ou DVD poderão inviabilizar a reprodução de imagens gravadas. Isto lembra as velhas discussões sobre discos de vinil e suas agulhas. A questão é que se um CD de áudio estiver parcialmente danificado, parte daquela trilha não será ouvida. Às vezes, o defeito é tão pequeno, que apenas compositores como Mozart ou Chopin iriam notar algo diferente. A imagem digital é uma seqüência de números binários, portanto a o produto desta equação poderá estar parcialmente corrompido ou totalmente inviabilizado.
FOTOGRAFIA E PADRÃO CROMATICO
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Já falamos de imagens monocromáticas, mas a realidade não é só a preto e branco. A cor faz parte dos nossos universos real e imaginário e um dos principais problemas da fotografia reside na procura da melhor interpretação da “cor correta”.
Na fotografia digital, o que se considera correto para as imagens monocromáticas também pode ser considerado correto para as imagens a cores, com uma pequena alteração.
Em vez de lidarmos com um só tom (preto), temos que considerar as três cores vulgarmente utilizadas para a captação e visualização de imagens digitais: o vermelho, o verde e o azul; designados RGB.
Desta forma, podemos considerar que quanto maior for a profundidade de cor de uma determinada imagem, melhor será a nossa percepção de “cor correta” da mesma. Por isso mesmo consideramos que as imagens RGB de 24 bits representam a “cor real”, e apesar de muitos dispositivos de captura de imagem poderem detectar imagens com uma maior profundidade de cor, esta terá de ser reduzida (na maioria dos casos) de volta aos 24 bits para ser exibida, processada ou feita sua saída. As imagens RGB têm 8 bits por cor (8 bits R)+(8 bits G)+(8 bits B), totalizando, assim, 24 bits no total das 3 cores. Isto proporciona a cada pixel das 3 cores referidas, tal como nas imagens monocromáticas, 256 possibilidades de tons dentro de cada uma das cores: vermelha, verde e azul. Se multiplicarmos 256 tons de vermelho por 256 tons de verde por 256 tons de azul, ficamos com 16,7 milhões de alternativas de cor para cada um dos nossos pixels individuais que formam as nossas fotografias digitais.
Desta forma, chegamos ao número que é considerado unanimemente como o mais correto para definir uma imagem fotográfica com “cor real” ou “cor correta”, uma imagem RGB de 24 bits ou 16,7 milhões de cores.
Profundidade de Cor:
8 bits …………………………….. 256 cores
16 bits …………………………… 65.536 cores
24 bits …………………………… 16,7 milhões de cores
30 bits …………………………… 1 bilhão de cores
32 bits …………………………… 4 bilhões de cores
36 bits …………………………… 68 bilhões de cores
Antes de fotografar, configure o menu de sua câmera para o seguinte parâmetro de profundidade de cor:
sRGB – Para imagens destinadas à mídia eletrônica. Sites, e-mails, Power Point etc. Padrão 72 dpis.
Adobe RGB – Para impressão em laboratório digital ou gráfica. Padrão 300 dpis.





















